Amor de Simbolista
O Sangue que inflama
o não sentido do ser
E no meu coração a incógnita
Entre o ser ou não ser
o não sentido do ser
E no meu coração a incógnita
Entre o ser ou não ser
E temendo a solidão vacilante
Em Ode a tudo que é morto
E vendo o que não via antes
Em meus pensamentos absorto
Em Ode a tudo que é morto
E vendo o que não via antes
Em meus pensamentos absorto
Tentei compreender, o incompreensível
Que sentia no coração
Percebi que era impossível
Parei de dizer não
Estou amando, agora eu sei
Hipnotizado pelo agnóstico amor
E nele é claro que tem
A sua pitada de dor
A dor da saudade mortificante
A saudade de Amar,
Mas o amor edificante.
Parecido com o Lutar.
E nos sonhos, eu me ceguei
Escreve sobre a ilusão
E não vendo - isso eu sei-
Que eu era a ilusão
Que sentia no coração
Percebi que era impossível
Parei de dizer não
Estou amando, agora eu sei
Hipnotizado pelo agnóstico amor
E nele é claro que tem
A sua pitada de dor
A dor da saudade mortificante
A saudade de Amar,
Mas o amor edificante.
Parecido com o Lutar.
E nos sonhos, eu me ceguei
Escreve sobre a ilusão
E não vendo - isso eu sei-
Que eu era a ilusão
Escrevo sobre a mortificante dor
De torturas, morticínios e dores
E meu coração sem cor
Minha vida sem amores
E nos olhos de minha amada encontrei
E neles a fitar eu fico
Amando como eu nunca amei
De torturas, morticínios e dores
E meu coração sem cor
Minha vida sem amores
E nos olhos de minha amada encontrei
E neles a fitar eu fico
Amando como eu nunca amei
Vicent Alucard
Vicent Alucard é o pseudônimo de um amigo, para mais textos dele, acessem: http://recantodasletras.uol.com.br/autor_textos.php?id=81640


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